Brasil, um povo caliente,
Cultura de uma nação.
Cultura de uma nação.
Um país de beleza infinda,
Mas defeituosa em sua criação.
Mas defeituosa em sua criação.
Um triste defeito de nascença,
Vindo de sua colonização.
Vindo de sua colonização.
Juras e promessas
Que não receberam o perdão.
Que não receberam o perdão.
Estrelas brilham no céu,
Ventos tremulam uma bandeira que vaga na solidão.
Ventos tremulam uma bandeira que vaga na solidão.
O triste olhar do povo,
Sobre um vácuo de um país perdido.
Sobre um vácuo de um país perdido.
Em um ponto de esperança,
Perdeu-se a vontade de viver.
Perdeu-se a vontade de viver.
A buscar um algo a mais,
A harmonia do povo não reflete mais a imagem do Brasil.
Mas sim, no fundo dos olhos do povo,
A esperança de uma ressurreição
A esperança de uma ressurreição
Exilaram nossa cultura,
Sem sermos expulso de nossa nação
Sem sermos expulso de nossa nação
Mas eles não sabem ainda,
Que dentro de nós,
Que dentro de nós,
Tem um coração, onde predomina o nosso sentimento de revolução.
Saiam com suas fardas, de medalhas, divisas e estrelas.
Estrelas que para nós vaga na constelação da solidão.
Matheus Ribeiro e Rafael Garcia
Estrelas que para nós vaga na constelação da solidão.
Matheus Ribeiro e Rafael Garcia


Um comentário:
O poema está muito bem elaborado,com idéias claras e com um senso crítico impressionante.
Parabéns!
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